domingo, 10 de outubro de 2010

                                          Não me julgues.
Não tentes entender-me.
Sou como o vento
Não tenho destino.
Apenas passo...
Aproveita a brisa !
Não me prendas,
Não me possuas.
Sou como água,
Se preso, evaporo.
Mate apenas tua sede !
Não tentes guardar-me.
Não me aprisiones.
Sou como as flores,Colhido, feneço.
Guarda-me o perfume !
Não me descrevas.
Não me modifiques.
Sou como um sonho,Uma Ilusão.
Não me acompanhes,
Não tentes seguir-me!
Sou como um cometa, solitário.
Apenas admira-me...
Neste momento, então,
Serei Poeta.
Teu Poeta.
              (Autor: Almir Bastos)

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